Agora lascou: já é JUCA mesmo, Metô!

PRÉ-JUCA DA METÔ FOI O ESQUENTA QUE FALTAVA PRA DEIXAR TODO MUNDO SEDENTO PELA LOUCURA DE ARARAQUARA 

//Por Amanda Rinkieviej, especial pra Salseiro//

O coração já acelerava toda vez que alguém falava de JUCA, e depois desse bailinho, o coração simplesmente não aguenta. É emoção demais. Metô é tradição. Não adianta. A gente lotou o Espaço Anchieta de laranja e preto. A gente gritou até não poder mais com a Makossa tocando. A garganta tremia e os pés não ficavam no chão. O olho encheu de lágrima. Não deu pra segurar. Mesmo.

A Gari fez seu show. E cumpriu, com maestria, o papel de ser a torcida mais louca que há. Teve um ar de família. Nos preparou para os nossos quatro dias preferidos do ano. Foi o início do clima de JUCA. Foi lindo. Porque, aqui, a gente corre junto. É um pelo outro. E todo mundo pelo nosso manto laranja e preto.

O amor metoloco é inexplicável. E, nessa cervejada, a gente mostrou isso pra todo mundo. Porque, sim, gritamos aos quatro ventos a nossa paixão. Deixamos estampado na cara, no peito, na camiseta que somos caranguejos da Metô. E, é: definitivamente não estamos curados. Ainda bem que já é JUCA e que vamos ter isso durante quatro dias. Muito obrigada aos envolvidos. A nossa história não esquecerão jamais.

mandita

Amanda (segunda à esq.) fez aquela correria de sempre com a Atlética

PS: Quero deixar um recado especial para a nossa atlética. Fazer o rolê nem sempre é fácil. A gente se descabela pra fazer o melhor pra todo mundo. A gente corre atrás, trabalha, faz reunião de domingo. A gente dá o sangue pelo nosso mangue. E a gente é uma família. Olhar o rolê de ontem me fez ter certeza que eu estou no lugar certo. E que eu não poderia ter tomado uma decisão mais certa na vida. Obrigada. De verdade, eu amo vocês. E vai ser o melhor JUCA da história. 1, 2, 3 METÔ!

Amanda Rinkieviej é bixete de jornalismo e atleticana mais que apaixonada

 

 

 

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