Doentes do Mangue

O JUCA DA METÔ, PRA VARIAR, FOI CHEIO DE ARRUAÇA, SENTIMENTO E, CLARO, MAKOSSA NA VEIA

 //Por Vanessa Meves, especial pra Salseiro//

Quando o JUCA acaba o que a gente sente é um mix de depressão, saudade e muito orgulho de ter passado quatro dias de laranja e preto ao lado de um bando de arruaceiros que provavelmente tomaram sua primeira breja juntos matando aula no Supra Bar.

Subimos a Anchieta mais uma vez e vivemos dias de muita loucura e também de muita raça. Não conseguimos o resultado esperado, mas os atletas jogaram até o último apito. A torcida gritou até o último ponto. E a Makossa…PORRA! A Makossa tocou até mesmo depois do jogo já ter terminado, engolindo qualquer grito e bateria (quando tinha) dos adversários. E isso já nos torna campeões. Somos campeões porque temos a melhor torcida, bateria, arruaça, e atletas que superam a cada ano muitas dificuldades, mas que honram o direito que lhes foi dado de vestir o manto laranja. Também somos campeões porque, acima de tudo, somos unidos. Somos Metô.

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A nação laranja lota mais um ginásio em Araraquara

E ser metoloco é muito mais do que uma doença. Ser metoloco é olhar para o lado e ter a certeza de que não estamos sozinhos. Ser metoloco é cultivar lindas memórias, bebedeiras, cagadas, noites mal dormidas, é fazer integração com todas as faculdades, e claro, xingar o Maçkenzie sempre. E disso, definitivamente, não queremos estar curados.

Deixamos Araraquara ainda mais doentes e com um amor por tudo que construímos juntos ainda maior. Agradeço a todos que somaram neste rolê do caralho: o céu daquela terra laranjeou. E que venha o próximo. Já é JUCA 2018!

Vanessa Meves tem 21 anos de charme, 4 de jornalismo e vôlei na Metô e sabe que esse não foi seu último JUCA

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