JUCA da Casperê

TÁ “TUDO BÊBADO” AQUI PRA TE EMPURRAR AO SOM DE BÚFALO DO MARAJÓ

 //Por Ana Paula Silva, especial pra Salseiro//

Depois de tanta espera, mais uma vez o JUCA tinha chegado e aquela ansiedade de sempre deu lugar ao entusiasmo e à vontade de aproveitar cada segundo dos jogos. Logo nos primeiros momentos da quarta-feira, após a longa viagem até Araraquara, ninguém parecia cansado! O ninho da Cásper ficou lotado e já deu para ver que não seria um JUCA qualquer.

NATAÇÃOOOO! A única vez que esse grito não era de brincadeira foi na quinta de manhã e lá foi a galera virada para empurrar nossos atletas no primeiro desafio. A partir de então, nossa torcida mostrou várias vezes porque todos somos considerados “descontrolados na arquibancada”. O mosaico no Futsal Feminino foi a prova de que a gente faz bonito na hora de apoiar.

É fato que sentimos falta de acompanhar algumas modalidades, mas seguimos aproveitando o JUCA da melhor forma possível: causando no alojas e no ninho. E devemos agradecer especialmente a algumas figuras e momentos importantes, como as corridas de bagageiro, as chavaiadas na sobrancelha, o Jesus da Cut, as batalhas de (insira aqui qualquer coisa), e a resenha da galera que preferiu ficar no ninho ao invés de ir para última balada da Liga. E a nossa estrela, que não faz Cásper, mas corre com ela: o Paulão, que com o Caminhão do Paulão levava muita breja pra onde quer que estivéssemos. Valeu, zikkka!!

Rolou também muito funk (mesmo!), churrascos improvisados, pagodinho ao vivo, batalha de rap, muito macarrão e strogonoff, boom de Catuaba, Chupingole, Jurupinga, Smirnoff X1 e no domingo teve até açaí!!!

Mas quem realmente fez a diferença no alojas da Cásper foi o BÚFALO DO MARAJÓ. Esse hit, que tocava por horas ininterruptas em uma vila de rapazes visionários, foi tão bem aceito no nosso alojas que virou a marca do nosso role e também um mascote inusitado! E agora a gente implora pela presença da Banda 007, autora da música, em qualquer evento casperiano!!!

anacasper

Mosaico da Cásper tava “fraquinho” nesse JUCA

Nossa tradicional balada do meio trouxe mais um ícone da juventude nascida nos anos 90, o gatíssimo Felipe Dylon, que fez sua segunda participação no nosso JUCA. O que teve de gente emocionada quando ele cantou “Musa do Verão” não tá escrito! E ficou ainda melhor: o cara mandou um “Chupa, Mackenzie” e ficou curtindo a balada com a galera! Melhor pessoa!

No sábado dava pra ver que a balada do alojas tinha matado todo mundo, mas mesmo assim lotamos o campo onde rolou o rugby para torcer pelos times feminino e masculino. E valeu a pena cada segundo debaixo do solzão, tentando espantar a ressaca. No domingo já batia aquela deprê clássica, mas ainda tinha muita gente em clima de jogos e fomos encerrar o feriado torcendo mais um pouco e bebendo mais um tanto.

Eu, que fui para o meu 5º JUCA, percebi mais uma vez o quanto é difícil deixar de viver essa experiência tão maluca, que te leva para outra dimensão por 4 dias. A paixão que a gente sente pela Cásper é algo que eu, até hoje, mesmo conhecendo esse sentimento há 6 anos, não consigo explicar em palavras. É por isso que na vitória, na derrota, ou nos momentos de crise: eu sou porque nós somos Cásper. E “eu viveria SEMPRE desses quatro dias”.

 

Ana Paula estudou jornalismo na Cásper Líbero e todo ano fala que vai ser seu último JUCA

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