O JUCA 13 da PUC

VOCÊS ESTÃO SABENDO DA NOVIDADE? A PUC VAI GANHAR O JUCA!

 //Por Mariana Benedito, especial pra Salseiro//

Coé rapaziada, esse ano vim falar do meu sexto JUCA, mas primeiro com a PUC-SP. Mesmo sendo completamente diferente das experiências anteriores, certas coisas não mudam. Munidos de malas, barracas e #descubra, os alunos da PUC enfeitaram Perdizes com suas cores e a integração começou em casa, já que além do JUCA, a PUC também estava saindo para o Interpsico. Como integração é meu nome do meio, estava mais que à vontade no meio daquelas pessoas que eu ainda não sabia quem eram.

Longe pra caralho, difícil de chegar: A-RA-RA-QUA-RAAA. E como demorou! Com direito a blitz ainda em SP, trânsito na estrada e frio polar no ônibus, conseguimos chegar ao Clube Telefônica de Araraquara. Barracas montadas e open liberado. Quem tentou dormir desistiu e fomos direto pro Gigantão assistir o primeiro dos 4 jogos que tínhamos lá na quinta. Não vou esconder de vocês que perdemos todos. Que doeu pra caralho e muitos de nós saímos com o coração apertado rumo ao alojamento. Mas nunca sem o amparo da Bateria do Pucão, que nos seguiu nos piores e melhores momentos, custe o que custar.

Destinados a afogar nossas mágoas em muita Abusada (melhor catuaba que vocês respeitam), partimos para o campo de futebol onde o Cachorro Louco levou a melhor nos pênaltis contra a Grifo. Um pouco longe dali, o feminino e masculino do tênis de campo também haviam passado para as semis. Parafraseando os amigos campeões, a alegria voltou e nesse clima fomos curtir a primeira balada da liga. Não sei o quanto me é permitido falar sobre isso, mas digamos que na manhã seguinte o som do alojamento era o do amor. Aquele mesmo que Mc Lan e WN advertem.

Tivemos mais jogos, perdemos alguns, ganhamos outros e jogamos com raça em todos, característica da PUC, independentemente do resultado. Futcampo e tênis de campo feminino chegaram às finais e nosso basquete masculino passou o carro na Cásper. Que dia pra ser puquianx! O clima se estendeu até a Festa do Meio do Pijama, realizada em nosso alojamento. Como verdade é uma das minhas melhores virtudes, não vou mentir agora: não lembro dessa festa. Talvez uma aluna tenha ido pro hospital e voltou com uma tala, talvez a polícia tenha acabado com a festa de manhã, talvez umas minas agarraram o Pucão alegando que nunca tinham o visto pessoalmente. Mas pode ser que eu tenha sonhado. Não sei dizer ao certo.

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O Futebol de Campo representou muito em Araraquara

Mal nos recuperamos (acho) e já nos dirigimos ao campo de Rugby, aquele lá, do lado da cadeia, sabe? Nosso DGE morreu em campo, mas passa bem. O Jesus da CUT foi abençoar nosso jogo e nossa integração. Tinha um monte de lindo sem camisa, tinha eu de biquíni amarelo PUC. Impressionante como o dia do rugby é o melhor. Dito isso, deixo aqui uma pergunta: por que o rugby no JUCA pisa tanto? Pisa menos, rugby! (Aliás, fomos campeões da Taça Bronze.).

Ainda naquele dia ganhamos a prata nas nossas duas finais, por pura sorte do Mackenzie. Lembro como se fosse ontem, o goleiro do Mackenzie pegando aquele pênalti, eu abraçada em Perna que nem aquele velhinho abraçou a taça da Copa do Mundo no 7X1. Mas vida que segue e o JUCA ainda não tinha acabado. Festa de sábado quando cheguei ao FACIRA só pensava em dormir e que não iria aguentar mais essa noite. 8 da manhã ninguém queria ir embora e com muito orgulho me incluo nessa. Ainda ganhei o WAR JUCA sendo expulsa pelos seguranças. (Valeu Cásper!).

Sétimo lugar na tabela, porém primeiro em integração. Por todo canto de Araraquara, a PUC deixou o grito mais chiclete da temporada: A PUC VAI GANHAR O JUCA/ SÓ DEPOIS QUE JESUS VOLTAR/ JESUS ESTA VOLTANDO. Entre buzinas paralisadoras, JUCA cordial e a cada bom dia que desejamos aos nossos amiguinhos, conseguimos ser a torcida mais divertida e despojada dos jogos. (Palavra de uma aluna que não estava em plenas faculdades mentais no momento.).

Se a tristeza pudesse ser desenhada, seria um alojamento sendo esvaziado, barracas desmontadas, a rouquidão das nossas vozes dizendo uns para os outros “não quero ir embora”. Mas tudo que é bom tem de ir pra ser melhor ainda quando voltar e nós seremos. Melhores no esportivo, os melhores na integração, os melhores no respeito à diversidade (Pisa menos Banheiro Fluido!) e os melhores na raça.

Quem é envolvido nessa vida universitária sabe que a gente conta o tempo de forma diferente. Que agora é ano novo, com esperanças e motivações renovadas pra que daqui um ano a gente possa fazer um JUCA maior que esse e por aí vai. Com o apoio de cada vez mais alunos, Jesus vai voltar e a PUC vai poder, finalmente, ganhar o JUCA.

A RAÇA FICA!

PS: Melhor ônibus de retorno a São Paulo da vida rs.

 

Mariana Benedito, a celebridade universitária que também atende por Deusa do Ébano, Imperatriz do Atlântico, Artilheira do Amor, Rainha do JUCA e eternamente Treze. 

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